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Arqueologia de conflitos: o que resta da Grande Guerra

Sexta-feira, 15 de dezembro, às 10h e às 16h30, no Sas Underground Archaeological Space

Data de publicação:

11/12/2023

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  • Comunicado de imprensa
Conflict archaeology. Giuliano Comin © Sconosciuto - Licenza proprietaria

Descrição

O recital consiste em três partes: "The Shoes" (Os sapatos), "The Bodies" (Os corpos) e "The Memory of Matter" (A memória da matéria). A voz de Giuliano Comin conduzirá o público em uma viagem através dos traços "tangíveis" da Grande Guerra, começando com um par de botas de palha usadas há um século no posto austro-húngaro de Punta Linke, perto de Cima Vioz, no grupo Ortles-Cevedale, a 3.629 metros acima do nível do mar, na frente mais alta da Primeira Guerra Mundial. Na narrativa, os corpos, os objetos e as roupas dos soldados se alternam em um equilíbrio empolgante entre o conhecimento emocional e a reconstrução histórica.

"Conflict archaeology: what remains of the Great War" pretende ser uma reflexão popular sobre o significado final da "arqueologia do conflito", que busca entender a relação entre os remanescentes do que foi e a maneira como queremos - ou não queremos - integrá-los e reconhecê-los no presente. O encontro das artes com a disciplina da arqueologia também é uma forma de ajudar a torná-la - no sentido elevado do termo - popular, revelando aspectos novos e contemporâneos dela, juntamente com funções que são ainda mais complexas e fascinantes do que aquelas normalmente atribuídas a ela.

A arqueologia da Grande Guerra é uma disciplina relativamente nova e inovadora no cenário italiano. Há alguns anos, o recuo e o derretimento das geleiras do Trentino causados pela emergência climática têm levado os arqueólogos ao que foi a frente mais alta da Primeira Guerra Mundial, a uma altitude de mais de 3.000 metros. As intervenções, realizadas com o método arqueológico por equipes multidisciplinares de arqueólogos, geólogos, guias de montanha e restauradores, envolveram a recuperação de estruturas, como o teleférico que ressurgiu do gelo em Punta Linke, e objetos, mas também, e principalmente, os restos mortais de soldados que emergiram do gelo e foram descobertos por acaso por caminhantes nas altas altitudes da geleira Presena e nas encostas ocidentais do Corno di Cavento no Grupo Adamello. Uma tarefa nada fácil e delicada para devolver à memória coletiva pedaços de história e micro-histórias e homenagear aqueles que, apesar de si mesmos, foram protagonistas desses trágicos eventos.

Informações

Província Autônoma de Trento

Superintendência de Bens e Atividades Culturais da UMSt

Escritório de Patrimônio Arqueológico

Via Mantova, 67 - 38122 Trento

tel. 0461 492161

uff.beniarcheologici@provincia.tn.it

www.cultura.trentino.it/Temi/Archeologia

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