Os dados sobre o aumento de contágios, por um lado, mas também a resistência substancial do sistema hospitalar, por outro, foram o foco da reunião da força-tarefa convocada esta manhã pelo presidente da Província Autônoma de Trento, Maurizio Fugatti. Em comparação com um ano atrás", comentou o presidente, "a diferença é feita pela única arma que temos: as vacinas. E o resultado deve ser buscado não tanto no número de contágios, que é inevitavelmente condicionado pelo surgimento de variantes contínuas, mas no número de hospitalizações, que mesmo nestes dias de pico permanece constante e atualmente sob controle". O convite das autoridades de saúde continua sendo o de respeitar as regras, a distância e a máscara in primis, mas, acima de tudo, de vacinar. A ciência nos diz que a vacinação é eficaz", acrescenta Fugatti, "portanto, nossos esforços devem ser direcionados para a retirada da terceira dose e para a administração da vacina àqueles que ainda não a receberam".
Considerações que também se refletem na necessidade de atualizar as regras que até agora regeram o comportamento daqueles que contraíram o vírus ou daqueles que estiveram em contato com um positivo: "Está claro", comenta Fugatti, "que devemos evitar bloquear o país novamente, portanto, a quarentena deve ser repensada à luz do risco real que uma pessoa corre; os dados mostram que as vacinas retardam a propagação do vírus e, acima de tudo, reduzem a possibilidade de a infecção se tornar tão forte que obriga uma pessoa doente a ser internada em terapia intensiva".
Data de publicação: 28/12/2021