Desejamos ao novo governo tudo de bom. O primeiro-ministro e os ministros, como lembrei esta manhã na conferência pós-convenção em Ronchi Valsugana, certamente terão que lidar com questões urgentes da mais alta prioridade. Estou pensando principalmente na frente econômica e com referência aos delicados cenários internacionais fortemente comprometidos pela pandemia, primeiro, e pelo conflito em andamento, depois. Não podemos deixar de saudar algumas escolhas, entre as quais a que vê Roberto Calderoli à frente de um ministério que nos afeta de perto, ou seja, a relação com as Regiões e Autonomias, que, tenho certeza, será interpretada na esteira de um pensamento que verá reconhecidas e valorizadas as instâncias dos territórios.
Data de publicação: 21/10/2022