Descrição
A reintegração após a comunidade terapêutica é uma fase delicada, geralmente marcada por dificuldades de moradia e de relacionamento, com risco de recaída. Por esse motivo, o acompanhamento, o apoio e a continuidade do atendimento são essenciais.
As instalações de reintegração social organizadas como residências familiares coletivas desempenham um papel fundamental, pois acomodam até seis pessoas que concluíram com êxito o percurso comunitário. O objetivo é consolidar a autonomia pessoal e promover a integração social e profissional (LEA art. 35, c.2, lett. c).
A recepção prevê um projeto individualizado, compartilhado com a rede de serviços, e uma estadia temporária definida pela UVM, como a etapa final do percurso terapêutico-reabilitador.